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Você come por vontade?

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Anteriormente definimos os principais aspectos da fome, se você não viu, procure nos posts mais antigos. Neste texto iremos focar no segundo tópico: a vontade de comer. A vontade reúne algumas características: – Querer consumir alimentos específicos; – A inexistência da sensação intensa de descontrole; – A escolha de certos alimentos por hábitos enraizados; – O comer por estímulos internos ou externos que não se caracterizam pela fome fisiológica. Alguns exemplos seriam: uma lembrança que leva a pessoa a ter vontade de comer um tipo de comida, uma situação comemorativa, o contato visual com algum alimento, um cheiro, uma ideia, estão dentro destas possibilidades que levam a pensamentos e sentimentos que resultam na ação de comer. Na situação em que o ato de comer surge por estímulos internos associados a sentimentos, conhecida também por fome emocional, o indivíduo tenta lidar com estados de humor como a frustração, tristeza, tédio, angústia ou outros na busca de encontrar alívio por meio da comida. Esta estratégia pode até possibilitar um breve conforto momentâneo, mas a longo prazo resulta em mais desconforto e insatisfação, pois a pessoa não está tratando o núcleo da questão. Ou seja, a pessoa transforma a comida em um vínculo compensatório. Geralmente esses estímulos acontecem a partir de um baixo nível de consciência por parte do indivíduo e é descrito muitas vezes como uma sensação de agir de forma automática. Dessa forma o primeiro passo é identificar se essas situações descritas acontecem com muita frequência na rotina da pessoa. Você se identifica com essas situações?

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Caroline Gama é Psicóloga Clínica (PUC/PR). Pós-graduanda em Psicologia Analítica Junguiana. Psicodramatista com foco Psicoterapêutico titulada pela ABPS/SP. Aperfeiçoamento em Psicodrama com a metodologia de Grupo Autodirigido (Instituto J. L. Moreno de São Paulo). Experiência em atendimento Psicológico/Psicoterapêutico individual e com grupos, em consultório particular, hospitais e centros médicos. Realização de cursos e formações nas áreas de Psicologia do Adoecimento, Psicoterapia de Casal, Psicoterapia Familiar e Psicopatologia. Em seu trabalho busca desenvolver a qualidade de vida do indivíduo, identificando os aspectos que dificultam a autorrealização, que podem ser expressos por meio de questões internas, de relacionamentos afetivos, de comportamentos, do corpo ou da saúde. Coautora do Mastigando – Programa multiprofissional para Emagrecimento.

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